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As instituições que possibilitaram o desenvolvimento do Atlas do Esporte no Brasil foram:
• Conselho Federal de Educação Física

• Serviço Social da Indústria

• Serviços Social do Comércio

• Federação Nacional Das Associações Atléticas Banco do Brasil

• Associação Cristã de Moços

• Confederação Brasileira de Clubes

• Comitê Olímpico Brasileiro

• Comitê Paraolímpico Brasileiro

• Fundação Getúlio Vargas - Escola Brasileira de Administração Pública e Empresas

• Fórum Nacional dos Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer

• Ministério dos Esportes

Veja o que cada representante dessas instituições tem a dizer sobre o Atlas do Esporte no Brasil:
Luiz Carlos Gonzaga
Secretário Geral da Federação Brasileira das ACMs
A primeira Associação Cristã de Moços-ACM no Brasil foi fundada na cidade do Rio de Janeiro em 1893. Em 1901 outra associação foi fundada na cidade de Porto Alegre e em 1902 o trabalho acemista foi iniciado na cidade de São Paulo. A Aliança Brasileira das ACMs do Brasil foi formada em 1903 e tornou-se membro da Aliança Mundial das ACMs em 1905. Em 1960 na renovação do estatuto social, o nome da Aliança Brasileira das ACMs do Brasil passou a ser Federação Brasileira das ACMs. Hoje, a ACM brasileira conta com 86 unidades e atende mais de 190.000 associados (0,01% da população brasileira), oferecendo diferentes tipos de serviços e programas. O trabalho das ACMs no Brasil enfatiza as atividades de esportes e lazer, programas de desenvolvimento social, educação formal e não formal e programas de meio ambiente. A ACM introduziu o basquetebol, o voleibol no mundo, criou as primeiras regras de futebol de salão no Brasil e é pioneira em atividades de acampamento para jovens. Nestas condições, a ACM se associa às demais instituições que apóiam o Atlas do Esporte no Brasil, um projeto que valoriza as tradições do esporte e lazer no nosso país além de estabelecer bases para o nosso futuro comum.
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Carlos Arthur Nuzman
Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro
O Comitê Olímpico Brasileiro vê com satisfação a publicação do Atlas do Esporte.
Consideramos extremamente importante o esporte brasileiro contar com um levantamento dessa envergadura, já que possibilitará a todos - entidades esportivas, profissionais de Educação Física, atletas, técnicos e demais segmentos ligados ao esporte - uma fonte a fim de orientar as pesquisas e o acompanhamento dos projetos em andamento. O COB acredita que a informação e a extensão do conhecimento são fundamentais para o desenvolvimento do esporte no Brasil. Nosso dever é apoiar e possibilitar os mais variados mecanismos e instrumentos que permitam a disseminação de propostas e projetos que tenham como interesse comum a evolução da prática esportiva em nosso país, desde o esporte de base até o esporte de alto rendimento. Acreditamos que o Atlas do Esporte cumprirá um papel importante no âmbito da informação, tornando-se uma importante peça do acervo bibliográfico do esporte brasileiro.
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Rui Lima do Nascimento
Diretor-Superintendente do Departamento Nacional do SESI
O SESI é uma instituição comprometida com o futuro desde a sua criação em 1946, estando hoje presente em 1.447 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. Este compromisso se traduz na determinação de transmitir por meio dos programas e serviços nas áreas de esportes, cultura, lazer, educação e saúde, a elevação da qualidade de vida do trabalhador em seu ambiente profissional e nas unidades do SESI, contribuindo para a melhoria das condições de competitividade da empresa industrial, propiciando o exercício da sua responsabilidade social e reafirmando o princípio de que empresas saudáveis e produtivas pressupõem trabalhadores saudáveis e felizes, fazendo do SESI o maior e o mais tradicional gestor das políticas sociais do segmento industrial. As ações de esporte no SESI, além dos inúmeros programas de iniciação esportiva, transformam anualmente mais de meio milhão de industriários em atletas de nível local, estadual, regional e nacional, que podem representar suas empresas e o país em competições internacionais para trabalhadores realizadas no Brasil e no exterior. Com o suporte de informações a ser dado pelo Atlas,
teremos novas e amplas garantias de alcance de nossos compromissos.
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Maron Emile Abi-abib
Diretor Geral do Departamento Nacional do SESC
O incentivo à prática esportiva e ao desenvolvimento físico é uma das atividades que o SESC utiliza para melhorar a qualidade de vida de seus beneficiários - o trabalhador do comércio de bens e serviços e seus dependentes - e, ainda, das comunidades em que está inserido. Nas unidades operacionais do SESC, funcionando nas capitais e em algumas cidades do interior de todo o Brasil, ginásios e quadras poliesportivas, parques aquáticos e academias de ginástica e musculação, dotadas de modernos equipamentos e orientadas por profissionais especializados, a prática correta da atividade física proporciona saúde corporal e redução do estresse valorizando o lúdico, o conhecimento, a autonomia e a expressão corporal. Por sua abrangência e atuação nas capitais e cidades de médio e pequeno porte, o SESC foi escolhido pelo Ministério do Esporte como um dos parceiros o Projeto Segundo Tempo. A partir de 2004, milhares de jovens carentes, de 7 a 17 anos, terão acesso às práticas esportivas nas instalações do SESC com reforço alimentar, educação para a saúde e ocupação do tempo livre em que estão fora das salas de aula. Assim é o trabalho do SESC: contemporâneo, dinâmico, criativo. E este é o sentido da parceria do SESC com o Atlas, um trabalho fundamental para o futuro.
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Bianor Scelza Cavalcanti
Diretor Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas - EBAPE / FGV
A Fundação Getulio Vargas sente-se honrada em poder participar do Atlas do Esporte no Brasil, a maior radiografia já realizada das atividades deste setor no país. Entende a sua participação no Consórcio organizado pelo Conselho Federal de Educação Física como reconhecimento ao trabalho que a Fundação Getúlio Vargas vem desenvolvendo no âmbito da administração esportiva, em cujo MBA, desde 1998, já se especializaram mais de 350 profissionais, hoje à frente de entidades e de iniciativas de direção do esporte brasileiro. A experiência acumulada desde então, fez da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da FGV, uma referência para as entidades de gestão do esporte no Brasil e para os órgãos governamentais dedicados ao segmento esportivo. O Plano de Modernização do Futebol Brasileiro, desenvolvido a pedido da Confederação Brasileira de Futebol, e a Elaboração do Dossiê Vencedor da Candidatura da Cidade do Rio de Janeiro aos Jogos Pan-Americanos de 2007, desenvolvido a pedido da Prefeitura do Rio e do Comitê Olímpico Brasileiro, são exemplos significativos da contribuição que a FGV vem dando ao crescimento do esporte nacional.
A FGV é parte desse esforço. É parte desse orgulho.
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Arialdo Boscolo
Presidente da Confederação Brasileira de Clubes
A Confederação Brasileira de Clubes-CBC, fundada em 9 de janeiro de 1990, com a experiência adquirida, pode sentir que desde a criação dos primeiros clubes no Brasil, eles estavam intimamente ligados à comunidade onde estavam sendo fundados, integrados no seu desenvolvimento e progresso total. O Projeto ATLAS retoma este fundamento e portanto tocou sensivelmente os propósitos da CBC, que também havia constatado de que há desconhecimento quanto ao potencial econômico no esporte, aliado à incompreensão de suas contribuições sócio-culturais na dinâmica do desenvolvimento brasileiro. Sentimos também que o Projeto ATLAS poderá criar aberturas junto aos clubes tornando-os mais práticos. O Projeto ATLAS revela por muitas vias a capacidade de potencializar os clubes, mostrando as vantagens economicamente sadias de se fazer todas as modalidades esportivas. Pela qualidade, competência e experiência de seus autores, editores e o apoio do público alvo,
com certeza o Projeto ATLAS atingirá suas metas, abrindo escalas para que
o Brasil venha a ser, também, uma potência olímpica esportiva.
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Jorge Steinhilber
Presidente do Conselho Federal de Educação Física
O Atlas do Esporte representa o esforço inédito de aglomerar, em um único documento, a história e a experiência acumulada do esporte no Brasil. O volume e a diversidade de dados aqui reunidos direcionam no sentido da criação e manutenção de um banco de dados ágil e eficiente, capaz de oferecer à comunidade esportiva e aos órgãos oficiais, bases para otimizar suas decisões relacionadas à educação, ao lazer e à saúde e propiciar elementos para melhor alavancagem das políticas públicas no que diz respeito aos processos de inclusão social. Os dados apurados indicam que as práticas esportivas em conjunto e em escala nacional constituem uma das poucas áreas que produz simultaneamente impactos na educação, na saúde, na economia, no lazer e na cultura e podem, se bem orientadas, representar uma das maiores atividades sócio-culturais do país, vetores de desenvolvimento econômico e de inclusão social. O profissional de Educação Física e o CONFEF, apoiados no Artigo 217 da Constituição Brasileira que respalda o direito ao esporte, são os gestores pedagógicos naturais deste processo, capazes de ampliar seu alcance e resultados. O CONFEF parabeniza as entidades membros do Consórcio que deram forma à idéia do Atlas e particularmente aos voluntários que lhe deram vida, sob liderança de seu Organizador, o Prof. Dr. Lamartine Pereira daCosta.
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Reinado Fujimoto
Presidente da FENABB
A FENABB - Federação Nacional das Associações Atléticas Banco do Brasil - considera o Atlas do Esporte no Brasil uma fonte rica de pesquisa na área esportiva e vem preencher uma lacuna existente no Brasil de bibliografias completas sobre o assunto. Neste propósito, a FENABB junta-se às demais instituições que compõem o Consórcio de entidades apoiadoras do Projeto, como forma de criar novos valores sociais. Valores que a Federação, conhecida como a maior rede de clubes do mundo, dissemina por meio do incentivo à pratica esportiva e pelo desenvolvimento de atividades sociais, educacionais e culturais. São 26 anos de existência e 1.245 AABBs instaladas de norte a sul do país, trabalhando para a melhoria da qualidade de vida dos funcionários do Banco do Brasil e da comunidade onde está inserida. É uma história longa e envolvente de trabalho e dedicação.
Muito mais que isso, é uma história marcada por gente. Por pessoas que se dedicam ao propósito de levar qualidade de vida ao próximo. Tal como ocorreu com a elaboração deste Atlas do Esporte no Brasil,
sendo este basicamente um produto de voluntários, quer aficionados ou especialistas.
Um belo trabalho que vai ficar de registro para a história do esporte nacional.
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Vital Severino Neto
Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro
A atividade física voltada para o processo de inserção e reabilitação de pessoas com deficiências, com enfoque na prática esportiva, é muito recente. Data da metade da década de 1940. No Brasil, as primeiras iniciativas, vêm do final da década de 1950. Em 1995, surge o Comitê Paraolímpico Brasileiro - CPB, com o objetivo de organizar, coordenar e dirigir a prática esportiva das pessoas com deficiências em nosso País. Todos nós sabemos da importância da prática esportiva para o processo de inclusão social do nosso povo; da força que tem no sentido de afastar das drogas, das ruas, da marginalidade, as crianças, os adolescentes e os jovens brasileiros. Para as pessoas com deficiências, além das enumeradas vantagens, acrescenta-se o condão de devolver a vontade de viver para significativos contingentes da população que, em dado momento da vida, imaginam-se sem perspectivas, sem rumo. No campo do esporte propriamente dito, experimentamos uma nova era. O Esporte Paraolímpico protagoniza o segundo maior evento esportivo do mundo: os Jogos Paraolímpicos. Neste contexto, o Atlas do Esporte no Brasil com o intuito de coletar informações, de criar um banco de dados, terá um grande valor para todo o Movimento e principalmente para o segmento Paraolímpico, na medida em que temos uma grande carência de dados para subsidiar nossas ações. O CPB se sente honrado em fazer parte desse consórcio que publicará o primeiro Atlas.
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Lars Grael
Presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Gestores Estaduais de Esporte e Lazer
O Atlas do Esporte é uma publicação que fazia falta na bibliografia nacional. Nunca houve em momento algum de nossa vitoriosa, porém tantas vezes pouco divulgada história esportiva, uma iniciativa desta natureza. Algo que sozinho congregasse tanta informação pertinente, tanta densidade e fidedignidade. Para atletas, dirigentes e principalmente para nós gestores públicos do esporte, o Atlas configura fonte indispensável de pesquisa, de informações básicas para postulação de propostas e confecção de programas, para justificativas de ações e correções de rumo. Eu, em nome do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Esporte, recomendo veementemente o seu uso. Sua publicação bilíngüe e em meio eletrônico permite que sua amplitude seja ainda maior e que aquilo que faz parte da nossa cultura esportiva esteja ao alcance de, literalmente, todo o mundo. Espero que este Atlas possa permanecer vivo e que suas futuras edições continuem a contribuir de maneira decisiva nos rumos do esporte nacional. Aos autores deixo minha mais profunda admiração pelo extenso trabalho. Aos leitores, meu desejo que este compêndio possa servir de referência privilegiada e de leitura
não só informativa, mas também prazerosa. Bons ventos!
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Agnelo Queiroz
Ministro do Esporte
Momento Histórico
O Atlas do Esporte nasce num momento histórico. No Brasil, agora o esporte é visto como atividade essencial,
que consta da lista de prioridades do governo. Em definitivo, o esporte passa a ser uma questão de Estado.
O desejo de mudança se manifestou já na criação de um ministério para tratar exclusivamente deste tema.
Mas era apenas o começo. Em pouco tempo, deu-se início à implantação de uma Política Nacional de Esporte,
com mudança de conceito e foco na inclusão social. Milhões de pessoas já são atendidas por programas oficiais.
Um deles, o Segundo Tempo, criou um turno a mais na escola, com reforço alimentar e atividades esportivas
e de lazer para milhões de crianças. Também foram definidas novas fontes de financiamento em todos os níveis de esporte. Obtivemos bons resultados em competições internacionais e novos avanços na organização do futebol. Realizamos a Conferência Nacional do Esporte, um amplo debate nacional. E está em curso um Diagnóstico do Esporte no Brasil. Isso tudo não é fruto apenas de ações de governos. A força do esporte brasileiro está na mobilização da sociedade. E este Atlas reflete isso. É um trabalho de imenso valor.
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